• Nova Suzuki Bandit tem pilotagem mais agressiva

A Suzuki Bandit 1250 vem ‘marrenta’ na linha 2012. Mais agressiva, a fera radical da marca japonesa tem novas linhas e um novo farol dianteiro.
E se a identidade visual não mete medo é porque o leitor desconhece o coração dessa máquina de força bruta. A Bandit carrega um motor tetracilíndrico em linha DOHC de 16 válvulas e que desenvolve 1.255 cilindradas com torque de 11,01 kgfm a 3.700 rpm.

Imprensa Suzuki

A big naked ganha nova
identidade visual para
devorar o asfalto

A naked da Suzuki impõe uma certa agressividade à pilotagem. A puro sangue da família é uma devoradora no asfalto e faz bonito no trânsito. E se a natureza dessa máquina é inquieta, ela se equipara às supermáquinas de duas rodas pelo design arrojado.

A Bandit 1250 ostenta pistões em alumínio forjado, dentro de um cilindro em liga de alumínio, tratado com o sistema exclusivo da Suzuki. Esse ‘banho’ propicia dureza e durabilidade, além de baixo atrito entre pistão e cilindro, segundo a fábrica. Apesar de ter sido projetada para ser uma guerreira, esta motocicleta oferece estabilidade de sobra com arrancadas seguras e acelerações suaves.

 

Imprensa Suzuki

A big naked ganha nova identidade visual para devorar o asfalto



O bom desempenho é resultado do projeto de transmissão com dupla capa de proteção do pinhão - que reduz ruídos.
A embreagem de acionamento hidráulico e transmissão de seis marchas permitem que a motocicleta se saia bem no cenário urbano ou nas rodovias.

O sistema de suspensão amortece ondulações de pista e garante maior controle a bordo, por meio de ajustes da força de amortecimento e de pré-carga de mola que oferecem mais conforto ao piloto. A suspensão dianteira é telescópica invertida de amortecimento hidráulico, já a suspensão traseira da Bandit 1250 tem balança tipo link de monoamortecimento hidráulico.

A Bandit 1250 não é marcada apenas por linhas e motorzão imponente, ela agrega tecnologia de ponta. O painel, que antes contava com conta-giros e velocímetro redondos, ganhou novo display e mesclou linhas quadradas e redondas, com relógio, medidor de combustível, velocímetro e indicadores em LED.

Além disso, os espelhos retrovisores receberam a mesma tendência das linhas arredondadas. O chassi tubular também reforça a identidade da motocicleta e foi projetado para oferecer equilíbrio e conforto em viagens de longa duração.

O piloto ainda tem três opções de cor para escolher: preta, prata e cinza. O modelo tem preço sugerido de R$ 35.900. (Talita Amaral)

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