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José Pedriali

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A volta de Eloir

O Tribunal de Justiça autorizou, em caráter liminar, o retorno de Eloir Valença à Câmara de Vereadores de Londrina.

Ele foi afastado em primeira instância por haver “indícios” de ter aceitado suborno para bandear da oposição para a aliança entusiástica com o (cada vez mais por enquanto) prefeito Homero Barbosa.

A liminar poderá ser revogada, e recurso daqui, recurso dali, Eloir poderá estar no exercício do cargo quando chegar o grande momento – a decisão sobre o relatório que a Comissão Processante prepara sobre o envolvimento de Homero Barbosa com a empresa Centronic (falcatruas e desvio de dois vigilantes para a rádio do cada vez mais por enquanto pagos com dinheiro do público).

A Comissão de Investigação comprovou a culpa de Homero, baseada em depoimentos (dos vigilantes), documentos da Centronic e absoluta falta de comprovação da tese central da defesa neste quesito, que foi o “contrato de permuta” entre rádio e empresa.

A responsabilidade de Homero Barbosa está escancarada. Dia 28 vence a prorrogação do prazo para ele apresentar sua defesa. Não se espera que avance, a não ser que um anjo encontre os documentos…

Voltemos ao Eloir. Ele votou favoravelmente ao relatório da CEI e, antes que a suspeita de corrupção viesse à tona, ele havia anunciado que mudaria seu voto.

Se estiver no exercício do mandato quando o tema for a votação, sua decisão reverterá o placar, hoje desfavorável, beneficiando o (cada vez mais por enquanto prefeito). São necessários 13 votos. Sem Eloir, a oposição tem esse quórum. Com Eloir, não.

Não bastasse a abrupta mudança de lado sem explicação plausível, pesa contra Eloir (entre outros indícios) esse trecho do telefonema, interceptado pelo Gaeco, de Ludovico Bonato a seu irmão, Sérgio, esposa de uma assessora do vereador, que estava indignada com sua mudança de posição. (Bonato é acusado pelo Gaeco de ser o mala preta da “organização criminosa” que atuava para manter o mandato de Homero Barbosa.)

“Eu tive que fazer esse jogo (…) mas não foi sacanagem nem com ele não, foi coisa dele mesmo. Sérgio, todo homem tem um preço e os políticos do Brasil tá num leilão tá tudo na promoção (sic).”

O mínimo que se pode esperar de Eloir, quando o tema for votado, é que ele se declare impedido.

Assim, resgatará um pouco da dignidade, que ele próprio comprometeu com a dualidade de seu comportamento.

 

 

 

  • por: José Pedriali
  • Postado em: 24 de maio de 2012 às 11:18
  • Categorias: Política
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  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 11:17
  • Categorias: Política
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Incrível. E verdadeiro

O vereador Rony Alves, da Comissão de Investigação que trata das irregularidades praticadas pela Secretaria de Educação de Londrina, revelou hoje que a Prefeitura abriu mão de um desconto de R$ 117 mil na compra da coleção “Vivenciando a cultura afro-brasileira” (que foi encostada por ser imprestável).

compra foi feita da Editora Ética, da Bahia. Foram comprados 11 mil exemplares.

A primeira proposta, para um total de 5,5 mil exemplares, concedia desconto de 20%. A Prefeitura decidiu comprar o dobro de exemplares, e a editora concedeu desconto de …18%. (Nem Brimo Salim ousaria tanto.)

O total da transação foi de R$ 621 mil, sobre os quais incidia o desconto de R$ 117 mil.

Mas a Prefeitura, magnânima que é, deixou pra lá. Pagou o preço cheio.

Acredite se puder… mas é verdade!

  • por: José Pedriali
  • Postado em: 23 de maio de 2012 às 20:33
  • Categorias: Política
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Senhor Homero Barbosa, tenha piedade deles

 

Eloir Valença (esquerda), vereador afastado do cargo por decisão judicial por ser acusado de ter aceitado suborno para impedir a cassação do mandado do (cada vez mais por enquanto por enquanto) prefeito de Londrina, Homero Barbosa.

À direita, Alysson Carvalho, o Pinguim, ex-chefe de gabinete do prefeito e deposto da direção de Participações do Sercomtel, por decisão dos conselheiros da empresa. É acusado de ter sido o portador do dinheiro da tentativa de suborno do vereador Amauri Cardoso, que denunciou o esquema.

Valença e Carvalho são dois dos seis acusados de formaram uma “organização criminosa” – cinco dos quais dirigente s do PDT local – cuja finalidade era corromper vereadores. Três estão presos, um perdeu a presidência do Sercomtel, e Carvalho estava foragido e se entregou nesta madrugada.

Valença e Carvalho foram fotografados sendo conduzidos ao hospital por passarem mal durante depoimento ao Gaeco, que conduz as investigações.

É a segunda vez que Carvalho é internado pelo mesmo motivo.

Feita a introdução, vamos ao que interessa.

Senhor Homero Barbosa Neto, cada vez mais por enquanto por enquanto prefeito de Londrina, sei que suas atividades febris em prol dos pobres, dos perseguidos, dos injustiçados de Londrina não lhe concedem tempo para ler este blog.

Sei também que minhas críticas contumazes ao senhor não o estimulam a lê-lo.

Mas o senhor, assim como seu porta-voz oficioso Diogo Hutt, dispõem de assessoria para informá-los de minha existência, conforme as circunstâncias.

Então, senhor Homero Barbosa, que se diz servo do Senhor, paladino da Justiça e arauto da verdade, ajude-os. Ajude esses homens que se empenharam tanto pelo senhor. Correram tantos riscos pelo senhor. Dispuseram-se a tudo pelo senhor.

Faça um exame de consciência profundo, analise a dor que a fidelidade deles ao senhor está causando a eles, aos familiares e amigos deles.

Senhor cada vez mais por enquanto por enquanto prefeito: depois dessa reflexão, desse encontro com o menino puro que um dia o senhor foi, aquele menino que roubava cenouras para saciar a fome, tome a atitude, a única atitude digna que se pode esperar de um chefe de família, de um chefe do Executivo que implantou uma administração “revolucionária”, de alguém que invoca o Santo nome do Senhor até (ou principalmente) em inaugurações de obra alheia, como o Minha Casa, Minha Vida: abra o seu coração.

Durante a campanha eleitoral, quando veio a público uma parte das maracutaias que seu ex-chefe de gabinete Luciano Lopes acusou o senhor de ter praticado como deputado federal, o senhor e sua digníssima primeira-dama exibiram camisetas com os dizeres: “Deus está no controle”.

Pois bem, senhor Homero Barbosa, para o bem de seus aliados tão fiéis, da família e amigos de todos eles, para o seu próprio bem – pois o senhor é do bem; do mal são os que o acusam, o perseguem somente porque o senhor defende os pobres – revele o que sabe sobre os métodos de ação da quadrilha, quem arranjou o dinheiro para ela, quem, enfim a inspirou.

Revele tudo a quem está no controle neste momento: o Gaeco!

requiescat in pace!

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 16:53
  • Categorias: Política
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Ele vai entregar o ouro?

Informa o “Jornal de Londrina”:
O ex-diretor de participações da Sercomtel Alysson de Carvalho se entregou à polícia na noite de terça-feira (22). Ele estava foragido desde sexta-feira (18), quando o Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná revogou seu habeas corpus. Carvalho é suspeito de participar de um esquema de suborno de vereadores na Câmara Municipal de Londrina.
Carvalho ficou preso 11 dias na Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) II antes de ser tido como foragido. Na noite de terça, ele se apresentou na unidade prisional. Policiais militares o encaminharam para o Centro de Triagem (CIT) da Polícia Militar (PM), onde ele passou a noite. Na manhã desta quarta (23), o ex-diretor foi levado para a sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Segundo os policiais militares, que fizeram o transporte de Carvalho da PEL ao CIT, ele estava somente com a roupa do corpo, sem documentos pessoais. O ex-diretor chorava muito, disse que estava deprimido e queria acertar as contas com a Justiça.
Os sintomas de Alysson são de alguém à beira de um ataque de nervos.
Ele está – enfatizo – no Gaeco.
Será que irá entregar o ouro, o que equivale a denunciar quem lhe deu os restantes R$ 15 mil para repassar ao vereador Amauri Cardoso, que denunciou a tentativa de suborno?
Deve ter muita gente sendo sacudida por um ataque de nervos…

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 10:16
  • Categorias: Política
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Sr. Pinguim, não atrapalhe minha poesia!

Sr. Pinguim, Sr. Pinguim

Mas que bela porcaria:

O senhor na delegacia

Pra atrapalhar minha poesia?

 

Pois é, Alysson Carvalho, ex-diretor do Sercomtel acusado de participar da “organização criminosa” encarregada de subornar vereadores para preservar o mandato do (cada vez mais por enquanto por enquanto) prefeito de Londrina, Homero Barbosa, entregou-se na madrugada desta quarta-feira.

 

E para não perder o trabalho

Que foi duro pra …

Publico abaixo a poesia

Antecipada em um dia.

 

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 8:34
  • Categorias: Política
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A turminha do Barbosa

 

A turminha do Barbosa

Veja só, tão safadinha!

Bastou uma vaciladinha

E está curtindo uma amargosa

 

Foi parar no cadeião

Cela forte, cama dura, cadeadão

Carecas, abóbora no macacão

Banho juntos, tudo peladão

 

Por pouco, bem pouquinho

Se safou o seu Coutinho

E com dor no coração

Tadinho, foi pra casa o Vacilão

 

O seu Pinguim foi, saiu,

Voltou e mais uma vez saiu

Mas a Justiça se arrependeu

E o pinguim se escafedeu

 

Procura-se um pinguim!

Procura-se um pinguim!

 

Ontem estavam no gostoso

Hoje um “bando criminoso”

O mundo já foi cor de rosa

E se acabou, até pro Barbosa

 

Mão leve aqui, dedo duro ali

Rasteira lá, sumiço acolá

Sempre inocente o seu Barbosa

De dar inveja a Ali Babá

 

Licitação, só esculhambação,

Confusão e suspeição!

CMTU, Saúde, Educação:

Em toda parte, só corrupção

 

Para a rádio dele até guarda

Pago com dinheiro público

Deve ser um fato único

Um exemplo de vanguarda

 

Procura-se um pinguim

Procura-se um pinguim

 

Pois é, seu Barbosa:

Está chegando o seu

 

FIM

 

(1. Na foto acima, surrupiada da página de Homero Barbosa no Facebook e postada em 30 de março, da esquerda para a direita: Roberto Coutinho, Alysson Carvalho (Pinguim), Rogério Ortega, assessor (com o notbook na frente), Marco Cito e o (cada vez mais por enquanto por enquanto por enquanto) prefeito.


2. Esta tentativa de poesia é uma paródia da paródia da paródia – que foi a tentativa de compra superfaturada de kits escolares – intitulada A Tampinha do Barbosa, que pode ser consultada em:

http://josepedriali.blogspot.com.br/search?q=a+tampinha+do+barbosa)

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 8:33
  • Categorias: Política
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  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 8:27
  • Categorias: Política
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Homero Barbosa perde mais um aliado

E a solidão do (cada vez mais por enquanto por enquanto) prefeito de Londrina, Homero Barbosa, aumenta: o presidente do Conselho de Administração do Sercomtel, José Mário Resende, pediu demissão.

Resende era indicação de Homero Barbosa e, desde a eclosão do escândalo envolvendo membros do círculo íntimo do (cada vez mais por enquanto) prefeito na denúncia de suborno de vereadores, ele estava desaparecido.

Segundo o portal bonde.com.br, Resende não justificou o motivo da renúncia, feita por carta.

A demissão coincidiu com a posse do novo presidente do Sercomtel, o engenheiro Régis Tavares, que substitui Roberto Coutinho Mendes, afastado por decisão judicial. Coutinho é um dos acusados de participar da “organização criminosa” que subornou um e tentou subornar outro vereador.

Há uma semana, o Conselho de Administração, à revelia de Resende, exonerou Alysson Carvalho, outro acusado, da diretoria de Participações. Alysson é foragido da Justiça.

Antes tarde

A condenação por improbidade administrativa do ex-prefeito de Londrina Antonio Belinati, do deputado federal André Vargas, entre tantos outros, por fraude em licitação para financiar campanha eleitoral comprova que a Justiça tarda, mas não falha.

 

O crime foi praticado em 1997…

 

Vargas chefiava a campanha de Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, que disputava uma vaga na Câmara Federal, e recebeu R$ 10 mil. O juiz considerou que ele não tinha como saber da origem criminosa do dinheiro, mas o enquadrou e exigiu a devolução a grana.

 

Antes tarde do que nunca.

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 19:23
  • Categorias: Política
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O “desagravo” que agrava ainda mais

O “ato de desagravo” a si próprio, promovido pelo (cada vez mais por enquanto) prefeito de Londrina, Homero Barbosa, com o aval da direção nacional do PDT, somente agrava sua situação.

O ato pretendeu demonstrar apoio da cúpula do partido e da população de Londrina a Homero, assediado por avalanche de denúncias de corrupção, que respinga em seus principais assessores.

A direção do PDT local está na prisão ou foragida ou destituída de seus cargos públicos (por decisão judicial) porque é acusada de formar uma quadrilha que subornou um e tentou subornar outro vereador para que mantivessem o mandato do (cada vez mais por enquanto prefeito).

Foi o Gaeco que liderou a investigação. Foi o Gaeco um dos alvos principais da manifestação. Os outros foram a verdade, a legislação eleitoral, a Lei da Cidade Limpa.

Homero Barbosa e o PDT haviam sido notificados na segunda-feira pela Justiça por terem promovido manifestações no Calçadão. A violação à legislação eleitoral foi evidente e o atropelo às normas da Lei Cidade Limpa, de autoria de Homero, idem.

Homero e o PDT deram de ombros à notificação, promovendo, na segunda-feira à noite, um comício disfarçado de “ato de desagravo”.

Foram, portanto, reincidentes. A legislação eleitoral prevê a realização de comícios somente a partir de 6 de julho.

A intenção eleitoral, combinada com a afronta à verdade, que se resume na tese de que Homero é vítima do Gaeco, que “forja” provas contra ele por se tratar do “braço político-policial” do governo do Estado, ficou manifesta no lançamento de sua candidatura à reeleição feito pelo presidente nacional do partido, Carlos Lupi.

Homero e o PDT afrontaram a Justiça.

 

 

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 16:47
  • Categorias: Política
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Pisoteando as próprias leis

“Entre os responsáveis pela poluição visual da cidade justo o seu Prefeito (pré-candidato nas eleições vindouras) Homero Barbosa Neto, que mais do que qualquer outro devia dar exemplo de respeito pelas posturas municipais”.

A afirmação é do juiz Paulo César Roldão, da 157ª Vara Eleitoral, que notificou Homero Barbosa e o PDT pela prática de crime eleitoral (referida acima).

Ele se refere à violação das normas administrativas praticadas pelos militantes do PDT – o comando local do partido é de Homero Barbosa -, contidas na Lei Cidade Limpa, de autoria do próprio Barbosa.

Essas violações foram:

- instalação de uma barraca no Calçadão sem autorização da CMTU

- distribuição de panfletos (sem autorização)

- afixação de bandeiras do PDT em postes públicos de iluminação (o que fere a Lei Cidade Limpa).

O que ocorreu durante o tal comício-“desagravo”:

- um ato contrário à legislação eleitoral em praça pública, com a conivência da CMTU e Guarda Municipal (sempre solícita para confiscar produtos de vendedores ambulantes…)

- distribuição de panfletos

- afixação de faixas em postes de iluminação e árvores (árvores!)

Assim, Homero Barbosa, aquele que “mais do que qualquer outro devia dar exemplo de respeito pelas posturas municipais”, pisoteou as posturas municipais instituídas por ele mesmo.

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 16:42
  • Categorias: Política
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O uso despudorado da máquina

O desagravo-comício foi promovido com o despudorado uso da máquina pública.

O Núcleo de Comunicação Social recorreu ao mailing oficial da Prefeitura para distribuir convites, enviados também – na forma de convocação – aos servidores públicos municipais.

Parte dos convites foi enviado do e-mail pessoal de José Otávio Ereno Sancho, chefe do Núcleo.

Ônibus foram contratados para levar a população da periferia.

Na zona rural, a população foi “incentivada” a participar com a promessa de que, assim, tornaria mais rápida a liberação de casas populares.

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 16:40
  • Categorias: Política
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Diferença-semelhança

Qual a diferença, ou semelhança, entre subornar um vereador com dinheiro e promessa de ajuda financeira na campanha eleitoral e convocar moradores da zona rural com a fantasia de que, apoiando o prefeito, eles terão mais cedo a casa própria de seus sonhos?

 

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 16:39
  • Categorias: Política
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Pedindo para ser afastado

Uso da máquina pública, mobilização popular contra os investigadores, aos quais agride, desrespeito à legislação eleitoral e às leis de sua própria autoria…

Homero Barbosa está acumulando motivos para que a Justiça decrete seu afastamento para o bem das investigações sobre “organização criminosa” que agia em seu benefício…

  • por: José Pedriali
  • Postado em: às 16:37
  • Categorias: Política
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José Pedriali

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