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Manga na Cozinha

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É ultrajante! Vergonha, vergonha!

Ser mais um brasileiro cansa a alma.

No dia que eu parar de me indignar, que Deus me leve!

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assine aqui a petição! http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura

Raimundo Correia, eu te ‘invoco‘… O mal secreto dos políticos, de fato, se mostra que a sua única ventura consiste em parecer aos outros venturosos com seus projetos escandalosamente  estupidificados pela ganância!!!

que Deus tenha misericórdia de nós…

Garrafa de Velho Barreiro por 212 mil!!!

SÃO PAULO – A Indústria Reunidas de Bebidas Tatuzinho – 3 Fazendas, dona da marca Velho Barreiro, acaba de lançar uma ação ambiciosa para valorizar a cachaça. A empresa apresentou hoje em São Paulo uma edição limitada da bebida, ao valor de R$ 212 mil. Serão oferecidas 60 unidades no sitewww.velhobarreirodiamonds.com.br, que deve ir ao ar até o fim dessa semana.

O preço da Velho Barreiro Diamonds se justifica pela embalagem: a armação que reveste o vidro é feita em ouro e prata, cravejada por 211 brilhantes. No rótulo, está incrustado um diamante de 0,70 quilate.

A Tatuzinho investiu US$ 350 mil no lançamento da Velho Barreiro Diamonds, cujo design é assinado pela francesa Saverglass. A bebida é resultado de um blend de duas qualidades de cachaça: a primeira envelhecida por cinco anos em toneis de jequitibá, da própria destilaria Velho Barreiro, em Rio Claro (SP), e a outra é produzida em alambiques de cobre em Miguel Pereira (RJ), envelhecida em toneis de carvalho, também por cinco anos.

Uma outra versão da mesma mistura, em garrafa convencional, será oferecida no varejo a partir de novembro a preços bem mais próximos do consumidor comum: de R$ 90 a R$ 120. Segundo o presidente da empresa, César Rosa, o público-alvo da Velho Barreiro Diamonds é o mesmo que “compra mais de 40 Ferraris por ano ou troca a cada dois anos o seu helicóptero”, afirma. “É o empresário que deseja presentear um amigo e não sabe o que dar”.

A Tatuzinho deve encerrar o ano com faturamento de R$ 190 milhões, uma alta de 15% sobre o ano anterior. A empresa exporta para 41 países da América do Sul, Europa, Estados Unidos e Ásia.

(Daniele Madureira | Valor)

FONTE

Quem tem medo de cozinha(r)?

       O ambiente da cozinha trás que tipo de sentimento a você? Qual a sensação que primeiro se manifesta no seu coraçãozinho faminto ao ter de entrar na cozinha e preparar algo? Ter que chegar lá ferver uma aguinha, cozinhar umas batatas e fazer um purê simples.

         Te dá medo? É indiferente? Você fica felizão e vai logo se anima frita bifes, ovos, lava umas alfaces e faz uma bóia bacana… Ou mesmo você não é muito afim de uma cozinha e prefere um delivery?

         Vejo que nossa interação com a cozinha está mudando gradativamente. Nos séculos passados a cozinha da burguesia era um lugar puramente voltado para a serventia. Não se comia formalmente em um ambiente que poderia cheirar a alho refogado. Era sacrilégio!

         Cozinhava-se e então era servido na sala de jantar, Buffet ou a inglesa. Os cozinheiros mal eram vistos, salvo os casos dos consagrados mestres cucas parabenizados pelos convidados.

         Com o tempo e a grande urbanização as moradias subiram de preço e ficaram menores. Tivemos de nos readequar. Nos adaptarmos a realidade das cidades, dos apartamentos, opa APERtamentos.

         Casas menores, apartamentos menores e mais caros trouxe a idéia das casas americanas dos anos 50 e 60 ao mundo. Pensamos: porque precisamos isolar a cozinha e a própria dona de casa, do resto da família. Façamos um grande ambiente amplo que una o paizão na TV e a mãe na cozinha.

         Eu diria que “o cozinhar” como atividade de interação familiar e social teve sua popularização mais ou menos nesta época. Na qual não era mais preciso um chef ou cozinheiro ser contratado para a satisfação de todos. Claro, que há exceções.

         Os próprios convidados cozinhavam para si mesmos. Interagiam e isso é lindo! É algo que me dá arrepios! Fantástico!

         Surgem hoje as confrarias, clubes, jantares e festas de babettes entre amigos e familiares. Vejo que, por exemplo, na casa de minha avó a cozinha é serventia ainda. É para preparar o alimento e levar a sala. Ocorre no máximo um lanchinho íntimo entre os íntimos. Na geração de minha avó dos anos 40 e 50 a cozinha era ainda grande, mas não era ambiente de confraternização.

         Fazia-se jantares nababescos, mas não comia-se na cozinha.

         Vejo minha vida mais feliz por ver pessoas mais dispostas a estar em cozinhas. A cozinhar e a aprender sobre cozinha. Ter intimidade com a cozinha. Amar a cozinha. A sua história. Isso tudo ainda prensado entre a rotina e a preguiça.

         Agora se você, ouvinte conseguir se meter as vezes a cozinhar na sua rotina, AMÉM! Um viva a você! Um viva a você que pode ser capaz de fazer qualquer coisa. Basta não ter vergonha, nem medo e saber que não existem mistérios na cozinha, só falta de prática, curiosidade e paixão!

O tempo perguntou ao tempo…

Clique no botão play abaixo e escute a coluna sobre o Tempo X Gastronomia:

Quanto tempo o tempo tem?

 

 

Por essa eu não esperava, Nietzsche

“Se a “vida” nos anda a ultrajar, a verdade é que também nós, de certo modo, ultrajamos a “verdade”. Temos à espera os nossos primeiros erros e estamos de vigia a espreitar a ruína. Todas as gerações lutam para fundir a verdade numa unidade, na idéia de Deus, “justiça”, “amor” e “poder”. O meu Deus era o “poder” e reparo que o construí, por impotência, com alicerces de areia.

Dizia Jesus assim: “Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as leva em conta será comparado ao homem sábio que edificou a sua casa sobre a rocha; e veio a chuva, e transbordaram os rios, e assopraram os ventos, e combateram aquela casa, e ela não caiu porque estava fundada sobre a rocha.

E todo o que ouve estas minhas palavras e não as leva em conta será comparado ao homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e veio a chuva e transbordaram os rios, e assopraram os ventos, e combateram aquela casa, e ela caiu, e foi grande a sua ruína”.

A minha casa ruiu, e foi grande a sua ruína. O Anticristo jaz em ruínas perante o indestrutível pé de Cristo calçado com o amor do mundo, o amor que se manifesta em atos. Ó vida, não troces de mim! Venceste, Galileu, venceste no próprio coração do teu maior inimigo!

Mesmo à minha alma deverei ocultar a vitória de Cristo para perpetuar o mito do Anticristo, tema dos meus futuros biógrafos? Ájax não gritou: Ilumina-nos, ó Zeus, mesmo que a tua luz nos mate?! A verdade assassinou-me uma e mais vezes. E a Cristo, tenha-me ele derrubado só um momento ou para sempre, deverei negar-lhe os louros da vitória?…”

[texto atribuído à Friedrich Nietzsche ao final de sua vida. Diziam que estava louco nesta época... loucura boa essa]  
 
e agora????

Perguntaram a George W. Bush…

Perguntaram a George W. Bush se ele poderia dar explicações sobre as guerras que ele tanto financiou e sobre as crises americanas. Vejam o que ele respondeu:

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é uma montagem, naturalmente.

Eis-me aqui…

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  • por: Bernardo K
  • Postado em: 3 de outubro de 2011 às 20:12
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Sessão nostalgia

Francisco Alves e Dalva de Oliveira cantando a Valsa da Despedida

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Situação periclitante

Emito agora às megalópoles cheias até a boca de desejos corruptores, neste momento oportuno, uma opinião à oclocracia provida de direitos e desprovida de “oportunidades”; emito às organizações governamentais capengas e tortas que atenazam a polis,  se apoderam dos direitos da dêmos e que a faz passivamente tola.

O meio político brasileiro e curruto aumenta a lacuna entre o proletariado e as oligarquias: fato. Sendo a elite demasiada prolixa no processamento de uma evolução sócio-econômica real, a situação das Marias e Joãos consternados irá manter-se. Assim, portanto, causando o descarte de esperanças e sonhos no lixão que está a política interna brasileira e a moral da ciurmaglia social.

Mesmo sendo um clichê, aqueles falsos óculos e amplexos provenientes da politicagem clássica são necessários para não mais almejar o poder já conquistado, mas sim guiá-lo a uma espécie de favoritismo profissional-empresarial, onde a máquina política é, na verdade, a roldana da fábrica da ganância. O que, enfim, objetiva atrofiar o homem político brasileiro centrado somente em conjecturas eleitorais, em curto período de tempo, causando, então, uma hipertrofia da ignorância e um falso entendimento da ecumênica realidade despótica, hedonista, maquiavélica e nepotista do governo e suas relações.

O impasto de manejo de ignorância hipertrofiada, sem fundamentos precisos e excessivamente passiva, é facilmente suscetível à ideologias e falsos testemunhos; ñada contesta. Dado este fato, a colarinhagem alva brasileira oportunamente se justifica da incompetência e de seus atos ilícitos, reelegendo-se em cima de uma montanha de ilusões partilhadas por aqueles que os aplaudem e neles dedicam seu precioso voto. É certo que determinadas ideologias são extremamente benéficas ao proletariado. É certo também que é comum o uso destas para mascarar grandes feitos legislativos, jurídicos e executivos, superfaturado-se. É certo também que há uma complacência digna do Movimento dos Tetos de Vidro – leia-se os White collar – onde se cria o nebuloso lucro político em parceria com empresas reais e/ou fantasmas. Talvez pudéssemos aprender com o MTV (Movimento dos Tetos de Vidro) e usar dos artifícios políticos para acinzentar posições, ou seja, o vulgo estar em cima do muro parecendo nem haver muro.

Levando em condição que as crises políticas, além da brasileira, são o pico de um iceberg, as nunca pensadas sujeiras partidárias (relembrando momentos de Collor/Sarney), devemos nos conscientizar de que os poderosos figurões dificilmente pagarão suas penas jurídicas, nem serão cassados. Quem paga é o tal do cítrico, os laranjas, como o Sr. Marcos Valério, Roberto Jefferson e Delúbio Soares neste momento afogados em acusações, irão sofrer sansões satisfatórias ao povo. Ou não! Agora, quem disse que são eles os laranjas?

Tendo em mente essas doidices sócio-políticas, devemos, a partir de ontem, nos manter politicamente lúcidos, em primeiro lugar. Segundo, um impichmant não irá ocorrer, pois a chamada elite brasileira enriquece mascaradamente com as propositais trapalhadas da atual administração e com o aumento dos juros, conseqüência esta última de uma péssima administração financeira das riquezas do país por parte do governo federal. Logo atrás do Ilustríssimo Luiz Inácio Lula da Silva está Severino Cavalcanti, presidente do Senado, que assumiria a presidência caso tal acontecimento ocorresse. Genial! Isso desencadearia uma gigantesca crise no Brasil, pois sua política coronelista faria do Brasil, finalmente, um país assumido internacionalmente como sendo oligárquico. Isto, obviamente, causaria grande crise na maioria dos setores, visto que haveria um afastamento de possíveis e atuais investidores, multinacionais e parceiros, os quais são o carvão da economia brasileira, extremamente incompetente em manufaturar.

Nós, “que não desistimos nunca”, não precisamos ter ambições de que logo todo o iceberg das crises políticas irá degelar-se em alguns dias de CPI. E que tudo revelar-se-ia como num passe de mágica, mas assim como velhos segredos do governo e escândalos de corrupção-ditatorial vieram à tona muito tempo depois, cousas do atual virão à tona tal qual os dejetos humanos: bóiam.

Penso que o falecimento deste governo tuberculoso e manco, ainda que mais ambicioso que Ìcaro ao subir ao Sol, também cairá no mar e será marcado por um fim que todos os supostamente lúcidos sonham: uma utópica reeleição.

 

 Bernardo Küster

 22.02.2006

Texto escrito durante a fase de mais um horror político brasileiro que saiu praticamente impune. Um total desabafo.

Alfavaca, manjericão ou basílico???

Você também deve estar se perguntando qual a diferença ou se eles são coisas distintas por que eu deveria contestar? Alguns dizem que alfavaca só se põem em peixe. Outros afirmam que manjericão é aquele grande, brilhante e escuro que vai na pizza. E uns ainda dizem que basílico é aquela erva bem pequeninha parecida com o tomilho e o orégano com a qual se faz o “verdadeiro” pesto genovese.

Me motivei, aliás, fui impelido a procurar estas respostas quando a irmã de minha mãe estava aqui em casa e, estando cozinhando, me perguntou se na nossa horta havia manjericão. Eu a respondi que sim e, muito prestativo, fui colhe-lo naquela hora. Se eu tivesse a capacidade de descrever em palavras exatamente o que aconteceu depois que eu mostrei a ela a erva , eu ganharia o próximo Nobel de Literatura. Adeus Galeano, adios ao finado Saramago e hasta la vista Ronaldinho Gaúcho, agraciado, eu não sei como e porquê, com a Medalha Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras. Deve ser porque aprendeu a ler…

A parte a minha chocarrice, vamos aos fatos.

Basicamente ALFAVACA, MANJERICÃO e BASÍLICO é a mesma coisa, ou melhor, são espécies similares que dividem o mesmo gênero de erva: o gênero Ocimum da família das Lamiaceae. Esta fato não vem tanto em questão, mas o interessante é notar que os três respectivos nomes científicos muito explicam sobre sua “anatomia”, fisiologia.

Ocimum basilicum  é o conhecido manjericão, aquele com a folha larga, verde escuro e brilhante. (Veja-se foto abaixo). Em latim, a palavra basilicum quer dizer o “melhor tipo de manto” ou o “preferido tipo de vestimenta”. Se presume que pelo seu grande tamanho, se comparado aos outras espécies de Ocimum, esta é a maior de todas e poderia, hiperbolicamente, servir de manto. E pelo que sei este tipo é tem uma qualidade superior ele é o “preferido”.  Daí o nome.

Ocimum gratissimum ou o Ocimum sanctum é aquele famoso espécime conhecido como alfavaca: gratissimum, por que em latim significa o “bem-vindo” ou o “bem quisto” por causa da sua adaptabilidade climática e perfume intenso. Agora começa o verdadeiro rolo… Bom, entenda primeiro que toda língua possui estrangeirismos que pari passu a língua é usada, essas palavras ou expressões estrangeiras vão sendo incorporadas à língua e acabam se tornando parte dela. É assim que se criaram novas línguas e é assim que se as mantém: de modo orgânico. Quer exemplos? Abajur, vem do francês abat-jour. Chopp, vem do francês-belga chopp. Quer um exemplo mais simples do que “deletar”, que vem do inglês to delete? Com a alfavaca foi a mesma coisa, ela é uma palavra árabe importada pelo espanhol, e depois reimportada pelo português. Em árabe é al-habáqa, que passou a ser albahaca em espanhol, pois nesta língua a pronúncia da letra e a “v” e a “r” expirada – o “h” árabe – se diferenciam muito pouco da letra “b”; há uma confusão. Outro provável motivo para esta espécie ser conhecida como alfavaca no português é por que esta teve a sua gênese no Oriente Médio, depois foi levada ao resto do mediterrâneo e ao idioma espanhol. Na sua região de origem ainda é muito comum utilizá-la nos peixes devido a abundância tanto de peixe como desta erva naquela região, por isso a associação direta da alfavaca com peixe, o que oprimiu as associações com pizzas, molhos e outros.

Alfavaca, manjericão e basílico são a mesma coisa com nomes diferentes, mas como são espécies pouco diferentes, porém muito próximas é cabível nomes diferentes. Todavia, se você quiser chamar alfavaca de manjericão, e basílico de alfavaca não há problema, pois são nomes de origens diferentes para coisas muito semelhantes. Se quiser ser específico use nomes científicos… HAHAHA

Ocimum minimum é um tipo muito conhecido também por manjerico. Seu nome é minimum por que ele é extremamente pequeno e semelhante ao orégano e ao tomilho; um arbustinho de folhas, que têm no máximo 2mm de comprimento. Este é aquele que alguns alegam ser o manjericão ideal para se preparar o verdadeiro pesto genovese. Tenho minhas chalaças pessoais. Eu sou do tipo tradicional e acredito no empirismo que vivi no Velho Mundo. Digo que o mais gostoso, neste caso, é o manjericão-de-folha-larga, ou o Ocimum basilicum. Este tipo minimum tem um sabor especial, porém é uma chatice retirar as suas folhas perfeitamente sem os galhos. É mais ou menos como “limpar” um ramo de orégano ou tomilho. Já tentou fazer isso com uma grande quantidade? Tortura chinesa fica de longe melhor.

 

Agora que você é um expert em Ocimum, ou seja, em alfavaca, ou manjericão, ou basílico vamos ver como as outras línguas dão nomes aos bois, oops, aos manjericões, oops, às alfavacas, oops, aos basílicos (que saco!!!). A referência para tradução foi tanto basílico como alfavaca:

Italiano: basilico

Alemão: Basilikum (todo substantivo em alemão leva letra maiúscula)

Português: basílico, ou alfavaca

Inglês: basil

Francês: basilic

Espanhol: albahaca

Polonês: bazylia

Árabe: al-habáqa

Notou alguma diferença, ou semelhança? Não? Pois, então perceba que desta lista, as únicas línguas que tem influência árabe é o espanhol e o português, a “última flor do Lácio, inculta e bela” como disse Olavo Bilac. Toda as outras tem influência forte do latim, que é o idioma dos nomes científicos. Todos têm basilicum como referência, enquanto que o português e o espanhol têm o árabe al-habáqa, muito provavelmente pela influência moura naquela região. E em português nós temos tanto alfavaca como basílico, por que temos uma raiz direta do latim na nossa língua.

Aprendeu? Faz sentido? Não? Então me escreva para discutirmos…

abraços.

Dirija sóbrio!

Vídeo sobre sobre as consequências da ingestão álcool antes de dirigir… Triste, mas real!

Quem ama cuida. Dirija sóbrio.

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  • por: Bernardo K
  • Postado em: 1 de setembro de 2011 às 13:26
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Alimente-se de luz!!!

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Mafalda, concordo contigo

  • por: Bernardo K
  • Postado em: às 13:52
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Kraft foods

por Juliana Cardoso | Valor 
 

SÃO PAULO - A Kraft Foods pretende dividir-se em duas, criando uma empresa global de salgadinhos, com receita estimada de US$ 32 bilhões, e outra de alimentos na América do Norte com receita prevista de US$ 16 bilhões. A geração dessas duas companhias vai ser feita por meio de uma cisão livre de impostos do negócio de alimentos na América do Norte para os acionistas da Kraft.A criação de duas empresas de capital aberto, segundo a Kraft, vai propiciar uma série de oportunidades, como a alocação de recursos e destinação de capital de maneira consistente com as prioridades e o foco em estratégicas com metas financeiras que se adequem a seus mercados.

A empresa global de salgadinhos vai ser formada a partir da atual Kraft Foods Europa e Mercados em Desenvolvimento assim como das atividades de confeitos e salgadinhos da América do Norte. No portfólio fora os salgadinhos, vão estar bebdidas energéticas e café. Entre as marcas englobadas, aparecem os biscoitos Oreo e LU, chocolates Milka e Cadbury, a goma de mascar Trident e o suco em pó Tang.

A atividade de alimentos da América do Norte vai consistir dos atuais segmentos americanos de bebidas, queijos, refeições de conveniência e alimentos e das categorias excluindo salgadinhos no Canadá e de Food Service. Das marcas no portfólio, aparecem o queijo e maionese Kraft, as refeições Oscar Mayer, o cream chesse Philadelphia e o molho para salada Micracle Whip.

A administração da Kraft está detalhando os planos para o Conselho da empresa avaliar e dar sua aprovação final. Para executar a transação, vai ser necessário trabalhar na estrutura, administração, governança e em outros elementos por 12 meses ou mais. A meta atual é lançar as empresas antes do fim de 2012.

fonte: Valor Economico on-line.

iFood… iVai pegar de vez!

Nesta impessoalidade que só a internet proporciona, nada ainda mais (impessoal) inteligente, infinitamente mais prático e fácil do que realizar pedidos de delivery on-line, certo? Ao invés de “ver” o cardápio ao telefone com uma telefonista, que muitas vezes tem um neurônio que está concentrado no lixar das unhas, você simplesmente vê com seus próprios olhos as opções disponíveis e atualizadas do cardápio do restaurante. Conheça o iFood…

Foi mais uma inovação de Patrick Sigrist, também criador do Disk Cook, e, posteriormente, seus outros 3 sócios Felipe Fioravante, Eduardo Baer e Guilherme Bonifácio que desenvolveram os serviços on-line da plataforma. A grande sacada do iFood  é o número de opções que você possui tanto de restaurantes como de pratos. É como visualizar um cardápio ao vivo. Segundo  Jorge Aguirre, diretor-geral da Internacional Restaurantes do Brasil, com as pessoas tem mais tempo para escolher do que ao telefone o cliente gasta cerca de 20% a mais no valor do tícket médio (valor médio de uma compra por cabeça) que hoje gira em torno dos R$65,00.

Atualmente há cerca de 230 estabelecimentos cadastrados com seus respectivos cardápio no iFood. No sistema, o restaurante é o responsável pela entrega do pedido e o iFood recebe uma comissão de 10% sobre o valor de cada compra. É mais ou menos como se o iFood fosse um GARÇOM ON-LINE. Ele que te vende e te atende, logo os 10% são dele… gostei da ideia. A única diferença é que o a empresa é responsável pelo marketing e pelo relacionamento.

Bom, vamos aos números… Atualmente o site recebe cerca de 12,5 mil pedidos gerando uma receita de aproximadamente R$800mil por mês aos estabelecimentos atendendo alguns bairros de São Paulo capital, Rio de Janeiro e Santos. Pelos meus cálculos, se a empresa continuar crescendo, e vai, deve ultrapassar uma movimento anual aos estabelecimentos acima de 10 milhões/ano.

Como eu sei que vai crescer? Bom, segundo o jornal Valor Econômico, o fundo de venture de capital brasileiro Warehouse fez, inicialmente, um aporte de capital de 3,1 milhões de reais com o objetivo de expandir a operação do iFood para as principais capitais do país.

QUER PEDIR, MUCHACHO? VAI TER DE ESPERAR O iFOOD CHEGAR…

 fonte: valor econômico impresso em 2.08.2011.

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    manganacozinha Bernardo Pires Küster Formado em Administração pela PUC-PR Londrina, ex-colunista da Rádio UEL Fm, já foi gerente de restaurante, chef de cozinha, auxiliar de cozinha na Itália, estagiário como analista financeiro do SENAI Londrina. Participou de grandes eventos como o HSM ExpoManagement 2009. Estudou 1 ano de Economia Internacional na Universidade de Estudos de Ferrara - Itália. Desenvolveu projetos científicos relacionados a sustentabilidade na pecuária brasileira e atualmente busca novos horizontes gastronômicos e administrativos.

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