Dois VTs publicitários alemães da Sprite têm causado discussões e polêmica entre consumidores e anunciantes. Nos VTs o produto Sprite é estritamente ligado ao sexo.
Confesso que fiquei um pouco surpreso quando vi os comerciais alemães da Sprite. No Brasil a marca não costuma adotar esse tipo de posicionamento, pelo menos não em suas últimas campanhas, que por sinal não eram ruins. Contudo, já vi alguns outros vÃdeos de campanhas da Sprite fora do Brasil onde um posicionamento diferente é adotado, mas não de maneira agressiva como nos últimos VTs alemães.
Que os comerciais iriam ser banidos, isso é fato. Que os produtores sabiam, esse é outro fato. Não se gasta verba publicitária, ainda mais de uma companhia como a Coca-Cola (detentora da marca Sprite) para a campanha não ser veiculada. Com essas premissas, a realidade fica clara. É uma campanha estritamente viral e para a internet. Logo que os VTs ganharam o atributo de “banidos” as chances de que os internautas os assistissem e os replicassem de maneira viral aumentaram drasticamente, o que de fato, aconteceu.
Esse é um dos problemas da internet. Por ser uma “terra” ainda sem leis, o filtro para campanhas obscenas como essas não existem como na televisão. Resultado; os vÃdeos se espalharam de forma viral, com milhões de exibições e a marca Sprite mantém no foco. TÃpico viral para lembrança de marca.
Por outro lado, por serem cenas fortes, esse tiro da Sprite pode sair pela culatra. Eu, por exemplo, toda vez que for beber Sprite me lembrarei dessas cenas, principalmente as do primeiro vÃdeo. Com certeza pensarei duas vezes se realmente vou querer beber algo com a marca Sprite. O motivo é simples; relacionar a bebida com sêmen não é inteligente, ainda mais para consumidores do sexo masculino. Concluindo, uma campanha sem graça, obscena, agressiva e que tem a intenção somente de impactar e causar lembrança de marca ao consumidor. Essa é a realidade!
Confiram os VTs na integra
Um cara interessado em saber, não importa a forma ou o sentido. Criativo, antenado, apaixonado.
Felipe Agnello já escreveu: 767 artigos.














































