
Já publicamos aqui vários artigos retratando e reinterando a necessidade da valorização do consumidor enquanto cliente, principalmente quando há algum problema com um produto/serviço que necessita da atenção por parte de uma marca. Temos acompanhado pela internet diversos casos de consumidores que, revoltados com o tratamento que recebem quando necessitam de algum suporte da própria marca, são ignorados e desrespeitados.
O case que trago hoje, envolve justamente uma marca conhecida pela excelência em seus produtos; a Lamborghini, fabricante italiana de automóveis esportivos de luxo e de alto desempenho que nasceu em 1963, para competir com a Ferrari quando Ferruccio Lamborghini, ao ser mal atendido em uma concessionária da marca resolveu criar uma companhia de carros tão competitivos quanto a de seu concorrente. Nesse meio tempo a Lamborghini virou sÃmbolo mundial de qualidade, referência para muita gente, menos para esse consumidor que você confere no vÃdeo abaixo.
Parece-me que a própria Lamborghini não aprendeu a lição que originou sua criação, como você pôde ver no vÃdeo. O caso que ocorreu na China, resultou em um consumidor insatisfeito com os problemas que sua Gallardo avaliada em R$ 1,6 milhão apresentava. A solução econtrada por ele foi literalmente destruir o carro em público. Os problemas começaram em novembro, quando o carro sequer dava partida. O dono ainda o levou à concessionária da marca e não teve o problema resolvido, além de recebê-lo com avarias. Após inúmeras tentativas de conserto e até mesmo um contato com Stephan Winkelmann, CEO da montadora italiana, o problema não se resolveu e o proprietário tomou essa drástica decisão.
Revoltado, ele convocou a imprensa e diversas pessoas no Dia do Consumidor chinês e destruiu o carro com marretadas e chutes. Resultado? O superesportivo ficou completamente destruÃdo. O que ficou destruÃdo também, em frente a jornalistas do mundo inteiro foi a marca Lamborghini . Mais do que destruir um produto, o consumidor retratou ali sua insatisfação com o atendimento de péssima qualidade prestado à ele.
Não cabe aqui julgar se a decisão do chinês é certa ou errada, mas cabe avaliarmos o quanto de mÃdia negativa uma ação assim pode causar. Eu mesmo, um fã assumido de Lamborghinis fiquei decepcionado com as ações da companhia. Não que eu vá, um dia, comprar uma. Mas como publicitário, vale avaliar mais uma vez a importância do respeito ao cliente.






obs: seleção de fotos retiradas da coluna autoesporte do globo.com, que se encontra no link abaixo.
E aà leitor. O que você pensa a respeito do tratamento das marcas à seus clientes? Concorda com a atitude do consumidor chinês? Opine, compartilhe suas ideias conosco.
Via@ | colunas.autoesporte.globo.com
Siga o @Publistorm no Twitter!
Um cara interessado em saber, não importa a forma ou o sentido. Criativo, antenado, apaixonado.
Felipe Agnello já escreveu: 808 artigos.







































