• Driblando a criminalidade nas ruas

  • Wilame Prado

Walter Fernandes

Quase 400 crianças e jovens de Mandaguari são atendidos pela AESM

Quase 400 crianças e jovens de Mandaguari trocaram os perigos que as ruas escondem por uma vida muito mais promissora, praticando esportes e se dedicando com afinco aos estudos.

Esta troca, que representa uma boa caminhada rumo ao sucesso pessoal e profissional, faz-se possível no município graças aos trabalhos desenvolvidos pela Organização Não Governamental Aliança Esportiva e Social de Mandaguari (ONG-AESM).

A criança ou jovem atendido pela ONG-AESM, seja menino ou menina, pode escolher entre participar de treinos e torneios esportivos, como futebol, futsal, voleibol, basquetebol e atletismo. Mas, não basta apenas querer e gostar de esportes. Só veste a camisa da organização aqueles que estão matriculados na escola e que não faltem às aulas.



Vestindo a camisa 10 nos estudos, a molecada só tem a ganhar, fazendo parte da ONG-AESM. Depois disso, é só alegria: treinos pelo menos três vezes por semana, participação de jogos estudantis e torneios na região, além de acompanhamentos escolar, médico e odontológico.

Os participantes também ganham uniformes, bolsas, materiais esportivos e, em datas comemorativas, cestas básicas, ovos de páscoa e presentes.

No sorriso de todas aquelas crianças e jovens integrantes da ONG é que podemos realmente comprovar o quanto esse trabalho desenvolvido em Mandaguari faz bem para eles!


Dedicação nos treinos

No momento em que a reportagem chegou ao Ginásio de Esportes de Mandaguari (popularmente conhecido como Xanduzão) para assistir a um treino de futsal da ONG-AESM, tanto o professor Jairson como os atletas mirins nem notaram a presença do repórter e do fotógrafo.

"O Igor! Está com a perna travada? Tudo errado...toca direito esta bola", esbravejava o professor, enquanto os meninos tocavam a bola por entre cones espalhados na quadra de futsal.

Seriedade e comprometimento é o que se constata na atitude destes garotos, que sonham um dia, quem sabe, em realizar o desejo de se tornarem jogadores profissionais de futebol. Se depender de Jairson, esforço é o que não faltará.

"O Léo! Até que enfim está suando a camisa hoje hein!", comenta, enquanto os garotos, agora, cabeceiam a bola uns para os outros. "Coloca a testa nessa bola! É com a testa que tem que cabecear", ensina o professor.10-11-2010

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