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31/10/2010 às 02:00 - Atualizado em 31/10/2010 às 02:00
Com a decisão da Prefeitura de Maringá, manifestada na última quinta-feira pelo chefe de Gabinete, Leopoldo Fiewski, de não renovar o contrato com a Constroeste ¿ que vence em 2 de janeiro -, começa nos próximos dias um novo embate pelo controle do lixo no município.
Pelo menos duas das quatro empresas que participaram da licitação do ano passado já manifestaram disposição de voltar a disputar o contrato para a destinação final de aproximadamente 300 toneladas diárias de lixo.
Em 2009, o processo de licitação foi longo e tumultuado. Começou em 12 de junho, quando terminou o contrato com a Biopuster (Maringá Lixo Zero), obrigando a prefeitura a abrir uma licitação de emergência, para ter tempo de preparar o processo para a destinação definitiva do lixo, o que ainda não aconteceu.
A primeira empresa a se habilitar a receber o lixo de Maringá, ano passado, foi a paulista Pajoan, agora Ambiental Sul (Ambisul). Com a habilitação da empresa, que tem aterro em Sarandi, começaram, primeiro, os protestos de moradores e autoridades locais contra a ida do lixo maringaense para a cidade vizinha; e depois, uma série de liminares na Justiça.
31/10/2010 às 02:00 - Atualizado em 31/10/2010 às 02:00
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