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22/12/2010 às 02:00 - Atualizado em 22/12/2010 às 02:00
As sete paróquias de Sarandi estão realizando intensa campanha, por meio de panfletos e manifestos durante as celebrações religiosas, contra a continuidade da colocação de lixo procedente de outras cidades no aterro controlado da Ambiental Sul – Central Regional de Tratamento de Resíduos.
Nos últimos dias, o movimento, que já conta com a União das Associações de Moradores (Unisam), Comitê de Lutas e de dois vereadores, além de partidos como PSOL, PSTU e PT, ganhou o apoio de três paróquias de Maringá, que estão pedindo para que os sarandienses compareçam à audiência pública marcada para a próxima segunda-feira e se mostrem contrários à "importação" de lixo.
A audiência da próxima segunda-feira, às 19h, na Casa da Cultura, foi marcada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu Relatório de Impacto Ambiental (Rima) referente ao licenciamento para ampliação do aterro da Ambisul. A audiência será para esclarecimento da população que a empresa solicitou o estudo visando ampliar a área do aterro.
O movimento, que já realizou passeatas pelas ruas da cidade, não aceita que a Ambisul continue recebendo o lixo produzido por empresas de Maringá consideradas grandes geradoras, aquelas que geral acima de 50 quilos ou 100 litros de resídios por dia. Atualmente, shoppings centers, supermercados e outras empresas contratam empresas licenciadas para transportar seus resíduos ao aterro de Sarandi, que cobra cerca de R$ 75 por tonelada depositada.
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22/12/2010 às 02:00 - Atualizado em 22/12/2010 às 02:00
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