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13/08/2010 às 02:00 - Atualizado em 13/08/2010 às 02:00
O Diário procurou ontem diretores de maternidades de Maringá e Sarandi para verificar como é feita a segurança nesses locais. Os hospitais afirmara ter um esquema para tentar evitar casos como o ocorrido em Apucarana.
A direção do Hospital Metropolitano de Sarandi, que atende funcionários públicos do Estado e também o sistema SUS, informou ter câmeras de seguranças e vigias que cuidam para evitar falhas.
"Além disso, todas as pessoas que entra no hospital são identificadas", informou a assessoria do hospital.
O diretor do Hospital Paraná, Nelson Bagatim, disse que a preocupação não é apenas com a maternidade, mas com todo o hospital.
"Nós temos vigilantes, câmeras e o acesso ao interior do hospital é restrito. No caso da maternidade procuramos restringir ainda mais esse acesso. A maternidade fica num ponto de difícil acesso e os funcionários que trabalham lá recebem um treinamento especial", explicou.
Para o médico José Carlos Amador, superintendente do Hospital Universitário (HU), a questão de segurança é um problema, principalmente para os hospitais públicos.
"As pessoas, às vezes, reclamam: esqueci o documento, é meu filho, quero entrar... E isso acaba gerando reclamações. No HU nós conseguimos manter um sistema de segurança dentro do razoável e temos tentado evitar falhas."
De acordo com o médico, o HU, além de manter vigilantes dentro e fora do hospital, tem um sistema de identificação de visitantes que procura restringir ao máximo as possíveis falhas.
A reportagem também procurou a Maternidade Santa Rita, mas ninguém se propôs a falar sobre o assunto. O setor de marketing da empresa informou que apenas um diretor, que estava viajando, poderia comentar.
13/08/2010 às 02:00 - Atualizado em 13/08/2010 às 02:00
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