Publicidade
23º
16º
sáb - 26/05
24º
14º
dom - 27/05
24º
15º
14/09/2010 às 02:00 - Atualizado em 14/09/2010 às 02:00
Uma greve de fome sem prazo para terminar foi a solução que o advogado trabalhista Claudinei Codonho, de Sarandi, encontrou para protestar contra sua prisão, ocorrida na manhã de domingo, em Maringá. Até as 15h de ontem, o advogado havia completado 30 horas sem se alimentar.
Presidente do Diretório Municipal do Partido Verde (PV) de Sarandi e ex-candidato a prefeito da cidade, Codonho foi preso por força de um mandado judicial de prisão cautelar expedido pelo juiz de Direito Devanir Manchini, titular da 2ª Vara Criminal de Maringá.
De acordo com o advogado, a prisão teria sido decretada com base em denúncias feitas por sua ex-mulher, a advogada Yasmine Fernandes, que o teria acusado de perseguição e ameaças.
"O juiz ou o representante do Ministério Público sequer me ouviram", reclamou Codonho, ressaltando que sua prisão seria ilegal.
Bastante emocionado, o advogado confirmou estar vivendo uma relação tumultuada com a ex-esposa, com a qual conviveu durante quatro anos e meio, após um relacionamento extraconjugal que durou cerca de 12 anos.
Ele disse que na semana passada registrou um boletim de ocorrência contra ela, na Delegacia de Sarandi.
Apesar de não ter conhecimento do teor das denúncias feitas pela ex, Codonho disse que quatro colegas advogados passaram o dia de ontem tentando relaxar sua prisão, sem sucesso.
A Polícia Civil complementou a informação dizendo que um dos advogados tentava obter uma autorização para transferi-lo para a sede do 4º Batalhão de Policia Militar (BPM).
Bastante emocionado, Codonho assegurou que a greve de fome não tem prazo para terminar e será estendida até o dia de sua soltura. Ele afirmou que ingeriu apenas água. "Não vou desistir. Vou seguir com o meu protesto até o fim. O que fizeram comigo é uma arbitrariedade", disse.
14/09/2010 às 02:00 - Atualizado em 14/09/2010 às 02:00
Aviso importante: A reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo (textos, imagens, infográficos, arquivos em flash, etc) do portal odiario.com não é permitida e, caso se configure, poderá ser objeto de denúncia tanto nos mecanismos de busca quanto na esfera judicial. Se você possui um blog ou site e deseja estabelecer uma parceria com odiario.com para reproduzir nosso conteúdo, entre em contato pelo e-mail parceria@odiario.com.