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15/05/2011 às 02:00 - Atualizado em 15/05/2011 às 02:00
A osteoporose é identificada quando, através do exame de densitometria óssea, fica comprovada a perda de 25% de massa óssea de um indivíduo, em comparação com a de um adulto jovem. Do mesmo modo, a radiografia também pode indicar para o dignóstico, porém, ela somente consegue detectá-la quando em estágio mais avançado.
Não existe cura para a osteoporose, mas, seguindo um tratamento multidisciplinar – com médicos e nutricionistas – é possível minimizar sua evolução e evitar maiores consequências. "Com respeito à medicação, ela age diminuindo a reabsorção óssea e /ou aumentando sua formação", diz o ortopedista Gustavo Dantas.
Quanto antes o diagnóstico da osteoporose,
melhor
"Um aviso importante é não consumir estes alimentos juntos com alimentos fontes de ferro, como carnes e ovos, pois por alguns fatores digestivos a absorção do cálcio pode ser prejudicada", alerta a nutricionista.
Juntamente com o consumo de cálcio, é importante o a absorção de vitamina D que é, para os idosos, fundamental no aumento da absorção intestinal de cálcio e para que o remodelamento ósseo seja estimulado.
Para conseguí-la, além de um banho de sol pela manhã que fornece uma quantidade relevante de vitamina D, Evellen ressalta que alguns alimentos como leite e seus derivados e os peixes, como salmão, atum e sardinha, também possuem a vitamina.
Além dos medicamentos e de uma alimentação correta, os exercícios "com impacto" – como as caminhadas – são essenciais coadjuvantes ao tratamento, tendo em vista que a manutenção de uma musculatura forte e equilibrada são fundamentais para prevenção das temíveis quedas.
"Sugerimoso controle densitométrico a cada dois anos em pacientes com osteoporose em tratamento. O controle anual não é recomendado por alguns motivos, dentre eles a exposição do paciente à radiação e o custo elevado para o sistema de saúde, seja ele público ou privado", analisa Dantas.
Contudo, vale ressaltar que o tratamento depende do tipo de osteoporose e sua descontinuidade deve ser autorizada somente pelo médico responsável.
Atenção
Outras doenças que mais acometem os idosos
Infarto, angina, insuficiência cardíaca e outras doenças cardiovasculares: Pessoas sedentárias, que fumam, que têm colesterol alto, que são obesas e também os diabéticos estão mais propensas a sofrer com essas doenças.
Os sintomas são: Falta de ar, dor no peito, inchaço e palpitações. Uma boa maneira de prevení-las é praticando atividades físicas regularmente, evitando o cigarro e controlando o peso, o colesterol e a diabetes.
Acidente Vascular Cerebral – AVC: Também conhecido como derrame, o AVC tem como fatores de risco a pressão alta, o fumo, o sedentarismo, a obesidade e o colesterol elevado. Já com relação aos sintomas mais comuns estão as tonturas, desmaios e paralisias súbitas. A prevenção, assim como as doenças cardiovasculares, exige o exercício de atividades físicas, o abandono a cigarros e o controle do peso e do colesterol.
Câncer: Pessoas que fumam, se expõem constantemente e exageradamente ao sol, se alimentam inadequadamente, apresentam obesidade, consomem álcool em grande quantidade e/ou possuem no histórico familiar casos de câncer estão mais propícias a desenvolver algum tipo da doença. Os sintomas variam de acordo com cada caso e, a melhor formas de se prevenir, além de manter os hábitos saudáveis, é consultar um médico regularmente.
Pneumonia: Gripes, enfizema e bronquite podem desencadear sérias pneumonias. O alcoolismo também é um fator de risco. Os sintomas mais comuns são febre, dor ao respirar, tosse e escarro. Mais uma vez, não se entregar ao sedentarismo e manter um hábito alimentar saudável contribuem para a prevenção da doença. Vacinas contra gripe e pneumonia também estão disponíveis e trazem ótimos resultados preventivos.
Diabetes: pode surgir graças à hereditariedade, obesidade e sedentarismo. Geralmente o indivíduo sente muita sede e percebe um aumento significativo no volume da urina. Para se prevenir, o ideal é controlar o peso e verificar periodicamente os níveis de açúcar no sangue.
(Fonte: Ministério da Saúde)
15/05/2011 às 02:00 - Atualizado em 15/05/2011 às 02:00
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